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O que é o Google Ads e como funciona?
19 Fev 2020

Hoje em dia, rara é a pessoa que nunca ouviu falar no Google Adwords – ou Google Ads -, mas será que todas elas sabem o que é esta plataforma e para que serve? Aqui na Flybizz recebemos múltiplas questões de clientes sobre este serviço: o que faz, como poderão começar a utilizar e quais as vantagens deste investimento.

 

Como tal, decidimos lançar um artigo que possa esclarecer todas as dúvidas dos iniciantes no mundo do Google Ads. Mas, antes de chegarmos a este ponto, importa começar por perceber as diferenças entre um site ter tráfego orgânico e ter tráfego pago, assim como, em qual destes dois grupos o Google Ads se insere.

 

Tráfego orgânico vs. pago

 

Imagine que é dono de um café no centro da cidade onde vive. Apesar do negócio estar a correr bem e de ter uma grande afluência de clientes, gostaria que mais pessoas – vindas de outras cidades e de outras faixas etárias – conhecessem o seu espaço e a sua marca. Decide então criar um website institucional, onde pode dar a conhecer os seus valores, a sua equipa, partilhar os seus contactos e a localização do café. Decide também criar uma conta de Instagram, para mostrar todos os tipos de bebidas que tem e o espaço trendy e acolhedor.

 

A partir do momento em que publica o site e o partilha com os seus seguidores no Instagram, as pessoas começam a visitá-lo, ou seja, esta rede social está a gerar tráfego para o seu website. A este tipo de tráfego chamamos tráfego orgânico, isto é, quando as pessoas visitam o seu site de forma espontânea e sem terem sido influenciadas por anúncios pagos ou publicações promovidas. De uma forma muito simples: o tráfego orgânico é grátis. Não só é grátis, como é o melhor tipo de tráfego que qualquer empresa pode desejar ter, pois significa que está a produzir conteúdo relevante e que atrai potenciais clientes para conhecerem a sua marca.

 

Agora imagine que em vez de simplesmente partilhar o seu site na descrição da sua conta de Instagram, decide criar um anúncio (pago), em que promove o espaço do seu café. Esse anúncio tem um botão que diz “Saber mais” e que redireciona as pessoas para o seu website. A este tipo de tráfego chamamos tráfego pago, pois apesar de também ter origem no Instagram, derivou do impulsionamento de uma publicação – isto é, de uma promoção paga. É exatamente neste grupo que se insere o Google Ads, assim como, todas as outras possibilidades de anúncios que existem: Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, Tweets promovidos, etc.

 

O que é o Google Ads

 

Mas o que é afinal o Google Ads? É a plataforma de publicidade da Google, que lhe oferece a possibilidade de anunciar os seus links, como o link do seu website. De uma forma simples, através do Google Ads consegue mostrar o seu negócio às pessoas potencialmente interessadas naquilo que vende, exatamente no momento dessa pesquisa. O Google analisa as palavras-chave pesquisadas e apresenta os resultados que melhor correspondem.

 

O formato mais utilizado são os anúncios de texto - aquele conjunto de links que surgem logo como primeiros resultados da sua pesquisa e que são identificados como anúncios. A este chamamos anúncios da rede de pesquisa e, nesta rede, podem surgir resultados não apenas do motor de pesquisa da Google, mas também de outros motores de pesquisa seus parceiros. Mas existe também a possibilidade de criar anúncios da rede de display, em formato de texto, banners ou vídeos, e que podem também ser exibidos noutros sites (parceiros da Google), como o Youtube ou o Gmail.

 

 

A grande diferença entre estes dois formatos Google Ads é que, quando anuncia na rede de pesquisa, os seus anúncios são apresentados a pessoas que estão realmente interessadas naquilo que a sua empresa vende, existindo uma maior probabilidade de receber cliques. Isto porque, quando o Google apresenta o seu anúncio a essas pessoas, significa que estas pesquisaram por palavras-chave relacionadas com o seu negócio. Pelo contrário, os anúncios da rede de display são apresentados a mais pessoas - inclusive pessoas que não procuram pelos seus produtos/serviços – e em diferentes momentos do seu ciclo de compra, em vez de apenas na fase de pesquisa.

 

Ambos os formatos possuem as suas vantagens e desvantagens. A rede de pesquisa é mais “segura” no sentido em que sabemos que estamos a gastar dinheiro com pessoas já interessadas nos nossos produtos/serviços. Por outro lado, apesar de abranger um leque maior de pessoas, a rede de display oferece diferentes categorias de anúncios (texto, gráfico, interativo e vídeo) e permite escolher detalhadamente os sites onde queremos que os nossos anúncios sejam exibidos e qual o nosso público-alvo. E se não tem as skills certas para desenvolver a parte gráfica não se preocupe porque o próprio Google Ads disponibiliza um gerador de banners a partir do conteúdo do seu website.

 

Voltemos ao exemplo do café. Imagine que: 1) o seu café é um dos poucos da cidade que vende queques de cenoura; 2) um potencial cliente pesquisa no Google por “os melhores queques de cenoura”. Nos primeiros lugares orgânicos surge um blogue que fala sobre pastelaria e, especificamente, sobre queques de cenoura. Este blogue surge como uma excelente oportunidade para anunciar o seu café, através de um anúncio display interativo que mostra os seus queques e a sua localização. A probabilidade de conseguir obter novas conversões através deste anúncio é enorme, pois consegue chegar a potenciais clientes no momento ideal do ciclo de compra.

 

No que toca à rede de pesquisa existem duas formas simples de distinguir os resultados pagos dos resultados orgânicos. Em primeiro lugar, os resultados pagos são sempre identificados com uma “etiqueta” verde e que diz “anúncio”; além disto, aparecem SEMPRE nos primeiros lugares da página de resultados. Os anúncios do Google nunca poderão ser apresentados posteriormente aos resultados orgânicos.

 

 

A rede de display oferece mil e uma outras possibilidades. Uma das mais utilizadas é o Google Shopping, ideal para negócios de e-commerce. Com este podemos criar campanhas para promover todos os nossos produtos, aumentado o tráfego para o nosso website. Estes anúncios ficam disponíveis não só na rede de display, mas também na rede de pesquisa, e diferenciam-se dos simples anúncios de texto porque apresentam imagem, título, descrição e outras informações relevantes sobre o produto. Podemos também criar campanhas para aplicações móveis ou de remarketing – quando depois de entrarmos no site de uma marca, os seus anúncios nos começam a “perseguir”.

 

Como funciona o Google Ads

 

Agora que já percebemos o que é o Google Ads e para que serve, importa desvendar como todo o seu sistema funciona. Possivelmente, a primeira questão que tem em mente será “como é que coloco o meu anúncio no primeiro lugar dos resultados de pesquisa”? Todos sabemos que a grande maioria dos utilizadores, quando realiza uma pesquisa no Google, clica nos primeiros resultados que lhe são apresentados. Assim, é ideal que a sua marca esteja posicionada no topo desses resultados.

 

A nível orgânico, este é um processo longo e demorado. É necessária uma boa dose de paciência, uma forte aposta na otimização dos motores de pesquisa (SEO) e, acima de tudo, produção de conteúdo relevante. Este último ponto é determinante não só para os resultados orgânicos, mas também para os anúncios pagos – em suma, para que toda a sua estratégia de marketing seja bem-sucedida. No caso dos anúncios, chegar ao 1º lugar dos resultados poderá ser um processo muito mais direto e imediato, sendo esta a grande diferença entre a aposta no tráfego orgânico e no tráfego pago. Este processo ocorre da seguinte forma:

 

1. Ao pesquisar um conjunto de palavras-chave no motor de pesquisa, o Google Adwords reúne todos os anúncios que vão ao encontro dessas palavras.

 

2. Dentro do conjunto de anúncios reunido, o sistema exclui todos os que não são qualificados para serem apresentados naquela pesquisa – como anúncios reprovados ou que direcionados para outra zona geográfica.

 

3. Do novo conjunto de anúncios gerado, o Google Ads apenas exibirá os que tiverem uma classificação de anúncio (Ad Rank) elevada o suficiente. Esta classificação é basicamente uma nota de 1 a 10 atribuída a cada anúncio e que é determinada por uma combinação entre o dinheiro que o anunciante apostou nesse anúncio e o Índice de Qualidade do mesmo. Este índice depende inteiramente da qualidade do seu conteúdo.

 

Mesmo que o anunciante aposte muito dinheiro no anúncio, o seu Índice de Qualidade terá sempre um peso maior. Isto garante que a sua concorrência não terá um melhor desempenho para aquela palavra-chave apenas porque tem mais fundos de investimento. Como vimos, produzir conteúdo de qualidade é imprescindível, pois só assim o Google Ads irá considerar o seu anúncio relevante para as pessoas.

 

A grande dúvida da maioria das pessoas prende-se com não saberem se devem apostar no tráfego orgânico ou no tráfego pago. A questão é: não existe uma fórmula única. O ideal será sempre desenvolver uma estratégia que equilibre ambos os lados, no entanto, isto também poderá variar consoante o tipo de negócio, o público-alvo, etc. Comece por analisar o ciclo de compra do seu público-alvo e em que fase este se encontra, de forma a conseguir impactá-lo com a estratégia certa e no momento certo.

 

No início de cada campanha de marketing digital poderá ser importante recorrer ao Google Ads pelo facto de ter um retorno mais imediato, no entanto, à medida que vai analisando as suas campanhas e percebendo quais as palavras-chave que lhe trazem melhores resultados poderá começar a utilizar essas informações para reforçar a aposta em SEO e no marketing de conteúdo e, assim, diminuir o investimento em anúncios. E se precisa de um incentivo para começar, a Agência Flybizz oferece um voucher até 120€ todas as novas campanhas contratadas.


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